- Atualizado em 28 de Agosto de 2026: Edital para Juiz publicado
O concurso TJ RS para Juiz de Direito Substituto entrou oficialmente em uma nova fase com a publicação do edital em 27 de agosto de 2026. A carreira se diferencia pela responsabilidade jurisdicional desde o ingresso e por um processo seletivo muito mais extenso do que os concursos tradicionais da área jurídica.
A seleção exige formação superior em Direito, experiência jurídica e habilitação no Exame Nacional da Magistratura. Historicamente, a magistratura gaúcha apresenta provas de alto nível, com cobrança ampla de legislação, jurisprudência, interpretação jurídica e capacidade prática para elaboração de decisões.
Para quem pretende disputar uma das vagas, o cenário deixou de ser de antecipação: agora a preparação precisa acompanhar diretamente o edital vigente.
Concurso TJ RS Juiz
Último concurso: 2019
Situação atual: edital aberto
Previsão oficial: edital em andamento
Base da informação: Edital nº 0031/2026 e comunicação oficial do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Leitura sem boato: o novo concurso já está oficialmente aberto, com cronograma inicial definido e regras publicadas para ingresso na magistratura gaúcha.
Situação atual do concurso TJ RS Juiz em 2026
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul publicou em 27 de agosto de 2026 o Edital nº 0031/2026 para ingresso na carreira da magistratura. A abertura foi confirmada pelo próprio Tribunal em sua comunicação oficial sobre o novo concurso.
São oferecidas 30 vagas para Juiz de Direito Substituto. A distribuição prevista é de 19 vagas para ampla concorrência, uma para pessoas com deficiência, oito para candidatos negros, uma para indígenas e uma para quilombolas. O edital também permite que o quantitativo seja ampliado durante a validade do concurso, desde que haja decisão do TJRS e disponibilidade orçamentária, financeira e fiscal.
O ponto mais importante para o candidato agora é o calendário. As inscrições estão programadas para ocorrer das 16h de 15 de setembro às 16h de 14 de outubro de 2026, exclusivamente pela internet. A organização foi atribuída à Fundação Getulio Vargas, mudança relevante em comparação com o certame anterior, organizado pela FAURGS.
Preparação para concursos
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A primeira prova está prevista para 13 de dezembro de 2026, em Porto Alegre. Será a prova objetiva seletiva, porta de entrada para um processo dividido em cinco etapas. O Edital nº 0031/2026 publicado no Diário da Justiça é o documento que deve orientar a preparação daqui em diante.
Depois da fase objetiva, o candidato ainda enfrenta provas escritas, investigação da vida pregressa e avaliação de condições pessoais, prova oral e avaliação de títulos. Dentro da fase escrita, há cobrança discursiva e elaboração de sentenças, o que torna insuficiente uma preparação centrada apenas em questões objetivas.
O cargo exige bacharelado em Direito e comprovação de pelo menos três anos de atividade jurídica após a graduação. Também é necessária a habilitação no ENAM, seguindo as regras nacionais aplicáveis aos concursos da magistratura. A exigência dos três anos está prevista na Resolução nº 75 do Conselho Nacional de Justiça.
Em que etapa está o concurso agora?
Em 28 de agosto de 2026, o concurso está na fase imediatamente posterior à publicação do edital e ainda antes da abertura das inscrições.
Portanto, o candidato tem uma janela especialmente importante para reorganizar o estudo antes do início formal das inscrições e da aproximação da prova objetiva. O cronograma já deixou de ser hipotético: existe uma data prevista para a primeira avaliação e um programa oficial que pode ser usado como referência diária.
Depois do encerramento das inscrições preliminares, o TJRS informou que será publicada a relação de candidatos com inscrições homologadas. Todas as provas ocorrerão em Porto Alegre.
Banca definida: o que isso muda para o candidato
A FGV será responsável pela organização da seleção. Para quem vinha estudando com base no concurso anterior, esse é um ponto que merece atenção.
A edição anterior foi conduzida pela FAURGS. Trocar a organizadora significa que questões antigas do TJRS continuam úteis para compreender o nível jurídico exigido pelo Tribunal, mas deixam de ser suficientes para reproduzir o estilo da primeira etapa atual.
O candidato precisa incluir questões recentes da FGV em concursos jurídicos e, principalmente, em provas de magistratura. A banca tende a exigir leitura cuidadosa do enunciado, domínio conceitual e capacidade de diferenciar alternativas muito próximas juridicamente.
O que isso significa na prática para o candidato
Quem já estudava para magistratura deve abandonar um planejamento genérico e transformar o programa do TJRS em prioridade. O tempo até dezembro deve ser distribuído entre revisão das disciplinas de maior extensão, resolução de questões da FGV e manutenção do treino discursivo.
Quem está começando agora enfrenta um cenário mais difícil. Ainda é possível evoluir significativamente até a prova, mas tentar aprender todo o conteúdo jurídico do zero em poucos meses tende a produzir uma preparação superficial. Nesse caso, a prioridade deve ser elevar rapidamente o desempenho na objetiva sem abandonar completamente a escrita jurídica.
Vale a pena estudar agora?
Sim. O edital já está publicado, a banca está definida e existe uma data concreta para a primeira prova.
A dificuldade, porém, é elevada. Concurso para magistratura não costuma ser vencido apenas pela memorização da legislação. A prova combina conhecimento normativo, jurisprudência, interpretação jurídica e capacidade de identificar exceções e consequências práticas dos institutos cobrados.
No TJRS, essa dificuldade aumenta porque o processo seletivo não termina na objetiva. O candidato precisa chegar às fases seguintes capaz de desenvolver respostas fundamentadas e produzir sentenças, o que exige uma preparação diferente daquela usada em concursos exclusivamente objetivos.
Para quem já tem base sólida em carreiras jurídicas, os próximos meses podem ser utilizados como período de revisão intensiva e adaptação à FGV. Para quem ainda está formando a base, uma preparação completa para magistratura normalmente ultrapassa alguns meses e precisa continuar mesmo que a aprovação já neste edital não aconteça.
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Quando sai o edital do concurso TJ RS Juiz?
O edital já foi publicado em 27 de agosto de 2026. Portanto, a pergunta mais útil agora não é quando haverá novo edital, mas como acompanhar o concurso atual até sua conclusão.
Análise realista para o próximo edital
Ainda não faz sentido projetar uma nova seleção enquanto o concurso de 2026 está apenas começando. Qualquer previsão de outro edital seria prematura e sem sustentação oficial.
O histórico mostra, porém, que o TJRS recorre periodicamente a concursos para recompor a magistratura. Antes da seleção atual, houve o edital aberto em 2019, cuja execução sofreu forte impacto da pandemia e teve etapas realizadas posteriormente.
Assim, o ciclo iniciado em 2026 deve ser tratado como a oportunidade concreta disponível. Uma nova seleção dependerá da evolução deste concurso, das nomeações, do quadro de vacâncias e das futuras decisões administrativas do Tribunal.
Concursos anteriores do TJ RS para Juiz: histórico e comparativo
Antes do edital atual, a principal referência recente é o concurso aberto pelo Edital nº 61/2019. Na época, o TJRS ofereceu 45 vagas para Juiz de Direito Substituto.
As inscrições foram abertas em janeiro de 2020 e o subsídio informado pelo Tribunal era de R$ 25.851,96. O candidato também precisava ser bacharel em Direito e comprovar três anos de atividade jurídica. Essas informações permanecem disponíveis na publicação oficial do TJRS sobre o concurso anterior.
A seleção acabou atravessando um período excepcional. O cronograma sofreu efeitos da pandemia e a prova objetiva que serviria de referência para aquela edição foi realizada posteriormente. Isso explica por que é comum encontrar a prova identificada como TJRS 2022 embora o edital de abertura seja de 2019.
O material do certame anterior continua disponível no arquivo oficial da FAURGS para o concurso de Juiz do TJRS, inclusive com prova objetiva, prova discursiva e documentos das etapas seguintes.
Antes dele, o Tribunal também realizou concurso vinculado ao edital de 2015. Esse processo foi homologado apenas em junho de 2022 após uma tramitação bastante longa, e o TJRS informou que o resultado conduziria à nomeação de 93 novos juízes. A demora decorreu, entre outros fatores, de discussões judiciais e administrativas que afetaram o andamento daquele certame. A homologação foi divulgada oficialmente pelo Tribunal.
O que mudou de um edital para o outro
A mudança mais evidente em 2026 está na banca. O concurso anterior teve organização da FAURGS; agora a FGV participa da seleção.
Também existe uma mudança nacional relevante: a habilitação no ENAM passou a integrar o caminho de ingresso na magistratura. O exame funciona como requisito prévio para candidatos interessados nos concursos regulados pelo sistema nacional. A própria FGV mantém a página oficial do Exame Nacional da Magistratura.
A estrutura geral da seleção, entretanto, conserva o perfil característico da magistratura: objetiva, avaliações escritas, investigação, oral e títulos. Para quem vem do concurso anterior, portanto, existe continuidade no nível de profundidade exigido, mas mudança relevante na abordagem da banca.
Cargos e vagas do concurso TJ RS Juiz: o que esperar
Cargos e escolaridade exigida
Existe apenas uma carreira em disputa no edital atual: Juiz de Direito Substituto.
O requisito acadêmico é nível superior, com bacharelado em Direito. Além do diploma, o candidato precisa comprovar pelo menos três anos de atividade jurídica depois da conclusão da graduação e atender às exigências relacionadas ao ENAM.
Esse detalhe diferencia a seleção de concursos para servidores do próprio TJRS. Não basta possuir graduação em qualquer área ou apenas formação jurídica. Trata-se de ingresso direto na magistratura estadual.
Vagas: histórico e o que esperar
O concurso imediatamente anterior foi aberto com 45 vagas. Em 2026, o TJRS iniciou uma nova seleção com quantitativo menor, mas o edital prevê expressamente a possibilidade de ampliação durante sua validade.
Isso não significa que novas vagas necessariamente serão acrescentadas. A cláusula apenas permite ao Tribunal ampliar o provimento caso existam necessidade administrativa, disponibilidade financeira e autorização institucional.
Por isso, a estratégia mais segura é estudar considerando somente as vagas oficialmente oferecidas. Eventuais ampliações devem ser vistas como possibilidade futura, não como promessa de nomeação.
Salários atualizados do Juiz de Direito Substituto do TJRS
Remuneração do edital atual
O Edital nº 0031/2026 estabelece subsídio inicial de R$ 30.505,36 para Juiz de Direito Substituto.
A referência correta para o candidato é agosto de 2026, data de publicação do edital. Como a magistratura é remunerada pelo sistema de subsídio, o valor não funciona como um vencimento básico tradicional acrescido de gratificações permanentes típicas das carreiras administrativas.
Eventuais verbas indenizatórias ou direitos funcionais possuem regras próprias e não devem ser confundidos com o subsídio informado para ingresso. Para comparar concursos ou calcular a remuneração inicial, o melhor parâmetro continua sendo o valor expressamente indicado no edital.
O que estudar para o concurso TJ RS Juiz
Disciplinas cobradas e peso de cada bloco
A prova objetiva terá 100 questões de múltipla escolha e o programa abrange um conjunto amplo de disciplinas jurídicas e de formação geral.
Entre os conteúdos previstos estão:
- Língua Portuguesa;
- Direito Civil;
- Direito Processual Civil;
- Direito do Consumidor;
- Direito da Criança e do Adolescente;
- Direito Penal;
- Direito Processual Penal;
- Direito Constitucional;
- Direito Eleitoral;
- Direito Empresarial;
- Direito Tributário;
- Direito Ambiental;
- Direito Administrativo;
- Direitos Humanos;
- Noções Gerais de Direito e Formação Humanística.
Essa amplitude explica por que estudar cada matéria com a mesma intensidade costuma ser pouco eficiente. O candidato precisa comparar a quantidade de questões prevista em cada bloco, seu desempenho atual e o tempo necessário para recuperar disciplinas mais fracas.
Outra parte do planejamento deve ser reservada às fases escritas. A preparação posterior envolve prova discursiva e elaboração de sentenças cível e criminal. O TJRS já utilizou esse modelo de avaliação na seleção anterior e chegou a realizar as provas escritas em três dias consecutivos, como mostra o comunicado oficial das provas do concurso anterior.
O que mais elimina candidatos
Não existe estatística oficial publicada que permita afirmar qual disciplina elimina mais candidatos no concurso atual.
Pela estrutura da seleção, entretanto, o risco está em estudar apenas para acumular conhecimento teórico. A objetiva exige domínio muito extenso do Direito, enquanto as fases posteriores cobram capacidade de transformar esse conhecimento em fundamentação jurídica.
Na prática, três fragilidades tendem a ser especialmente perigosas: jurisprudência desatualizada, dificuldade para resolver questões interdisciplinares e falta de treinamento para escrever sob limite de tempo. Trata-se de uma análise do modelo de prova, não de estatística oficial de eliminação.
Como começar hoje
- Transforme o conteúdo programático do Edital nº 0031/2026 em uma planilha ou ciclo de revisão e elimine temporariamente assuntos que não fazem parte do TJRS.
- Resolva questões recentes da FGV de magistratura e outras carreiras jurídicas para se adaptar ao estilo da nova banca.
- Use a prova anterior do TJRS como diagnóstico de profundidade jurídica, mas não como único modelo de objetiva, porque aquela edição foi organizada pela FAURGS.
- Priorize Civil, Processo Civil, Penal, Processo Penal, Constitucional e Administrativo sem abandonar as disciplinas menores previstas no programa.
- Inclua jurisprudência do STF e STJ na revisão semanal, relacionando cada julgado aos tópicos expressamente cobrados no edital.
- Faça simulados de 100 questões com controle de tempo para reproduzir a extensão da primeira etapa.
- Reserve ao menos parte da semana para respostas discursivas e estrutura de sentença, mesmo antes do resultado da objetiva.
- Nas semanas finais, reduza o ingresso de material novo e concentre o estudo em revisão, questões da FGV, legislação e jurisprudência relacionadas aos pontos em que ainda há maior índice de erro.
Conclusão
O concurso de Juiz do TJRS deixou de ser uma possibilidade futura e passou a exigir preparação pós-edital. A troca de banca e a extensão das fases tornam especialmente importante estudar com base no documento atual, sem depender apenas do padrão da seleção anterior.
Para quem pretende disputar seriamente a magistratura gaúcha, o próximo passo é ajustar imediatamente o ciclo de estudos ao programa oficial e acompanhar as futuras atualizações do concurso nesta página.
Próximo passo na preparação
Escolher uma boa plataforma de estudos pode fazer diferença na organização da sua preparação. Por isso, reunimos uma análise dos principais cursos para concursos, comparando estrutura, materiais, recursos e pontos que merecem atenção antes de assinar.
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