- Atualizado em 24 de Julho de 2026: Nova comissão formada
O concurso TJ PB entrou em uma nova fase em julho de 2026, com a criação de uma comissão especial responsável pelos preparativos da seleção para servidores efetivos.
A carreira se diferencia pela possibilidade de atuação em unidades judiciais, áreas administrativas, equipes multidisciplinares, contadorias e tecnologia da informação. A disputa tende a ser alta porque o Tribunal não publica uma seleção ampla para as carreiras gerais desde 2008, enquanto o concurso de 2012 ficou concentrado em áreas especializadas.
Para o candidato, a formação da comissão muda o nível de prioridade: ainda não há edital nem banca, mas já existe um ato administrativo diretamente ligado à nova seleção.
Concurso TJ PB
Último concurso: 2012
Situação atual: comissão formada
Previsão oficial: sem data confirmada
Base da informação: Portaria TJPB/GAPRES nº 1.506, publicada no Diário da Justiça eletrônico de 23 de julho de 2026
Leitura sem boato: explicamos o que já foi oficialmente publicado, o que ainda depende de decisão do Tribunal e como estudar durante a fase preparatória
Situação atual do concurso TJ PB em 2026
O Tribunal de Justiça da Paraíba formou uma nova comissão especial para organizar os preparativos do próximo concurso destinado ao seu quadro de servidores efetivos. A medida foi estabelecida pela Portaria TJPB/GAPRES nº 1.506, de 22 de julho de 2026, divulgada na edição de 23 de julho do Diário da Justiça eletrônico.
A portaria é o documento mais importante do cenário atual porque não trata apenas de uma intenção genérica de realizar concurso. O ato institui formalmente um grupo encarregado do planejamento, da organização, da coordenação e do acompanhamento da futura seleção. O candidato pode consultar a publicação no Diário da Justiça eletrônico de 23 de julho de 2026.
A comissão deverá trabalhar sobre pontos que antecedem a publicação do edital, como a identificação das necessidades de pessoal, a definição dos cargos e especialidades, a estimativa do número de vagas, as regras da seleção, o cronograma e a contratação da banca organizadora. Isso coloca o concurso em fase preparatória, mas não significa que inscrições ou provas estejam próximas de forma automática.
Ainda não foram oficialmente definidos o número de vagas, a organizadora, as datas das etapas ou os cargos que aparecerão no edital. Também não existe um cronograma público com prazo para conclusão dos estudos da comissão. Portanto, qualquer lista fechada de oportunidades deve ser tratada como hipótese até que o Tribunal publique um novo ato.
A movimentação ocorre pouco depois de uma ampla atualização da estrutura funcional do Judiciário paraibano. Em junho de 2026, foi sancionado o novo Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos servidores, reorganizando o quadro efetivo em Analista Judiciário, Oficial de Justiça, Técnico Judiciário e Auxiliar Judiciário. A sanção das novas regras das carreiras do TJPB criou uma referência mais atual para o planejamento das futuras vagas.
O que já foi publicado oficialmente
A Portaria nº 1.506 é o primeiro documento que deve orientar a leitura do candidato. Ela confirma a existência de uma comissão específica para o concurso de servidores e substitui a ideia de que o Tribunal estaria apenas discutindo informalmente uma futura seleção.
O grupo será presidido pelo vice-presidente do TJPB, desembargador João Batista Barbosa. A composição também reúne representantes de áreas administrativas e técnicas do Tribunal, o que permite que as decisões sobre vagas, requisitos e especialidades sejam tomadas com base nas necessidades de cada setor.
Antes dessa portaria, o concurso já vinha sendo discutido internamente. Uma comissão anterior chegou a analisar áreas com demanda por profissionais de Assistência Social, Psicologia, Pedagogia, Psiquiatria, Contadoria e Tecnologia da Informação. Esses estudos ajudam a compreender o histórico da preparação, mas não garantem que todas essas especialidades estarão no próximo edital.
A nova comissão pode manter parte desse desenho, ampliar a seleção para carreiras gerais ou alterar completamente a distribuição das oportunidades. Aqui está o cuidado que mais importa: as áreas discutidas anteriormente são referências de estudo, não vagas confirmadas.
Declarações recentes de autoridades
Em julho de 2026, antes da publicação da nova portaria, a Presidência do Tribunal informou a entidades representativas que estava realizando um levantamento das necessidades de pessoal. As limitações orçamentárias e os limites de despesa com pessoal também foram apontados como fatores relevantes para a definição do calendário.
Na audiência pública realizada pelo Tribunal em 23 de julho de 2026 para discutir as metas de 2027, representantes dos servidores voltaram a incluir a realização de concurso entre as necessidades institucionais. A discussão registrada na audiência pública sobre as metas do Judiciário reforça a presença do tema na agenda do órgão, embora não estabeleça uma data para o edital.
A leitura mais segura é que o concurso avançou administrativamente, mas ainda depende da conclusão dos estudos e da viabilidade financeira. A comissão pode preparar o processo em 2026 sem que todas as etapas externas, como contratação da banca e publicação do edital, aconteçam no mesmo ano.
O que isso significa na prática para o candidato
A formação da comissão é um sinal suficiente para começar uma preparação direcionada. Esperar a escolha da banca seria perder a melhor fase para construir base, principalmente nas disciplinas jurídicas e de língua portuguesa.
Ao mesmo tempo, não é hora de estudar uma grade excessivamente específica como se os cargos já estivessem confirmados. O candidato deve escolher uma carreira provável, montar o núcleo comum e acompanhar os próximos atos. Quando a comissão definir especialidades e requisitos, será possível ajustar o plano sem recomeçar do zero.
Quem deseja Analista Judiciário pode avançar em Direito Constitucional, Administrativo, Processo Civil e Processo Penal, além da formação específica exigida para a área. Para Técnico Judiciário, a prioridade inicial deve ficar em Português, informática, raciocínio lógico e fundamentos jurídicos. Os interessados em tecnologia precisam combinar conhecimentos técnicos com o bloco comum de tribunal.
Vale a pena estudar agora?
Sim. A formação da comissão transforma o TJ PB em um projeto concreto de médio prazo, embora ainda não permita afirmar quando o edital será publicado.
A prova tende a exigir uma preparação mais extensa nos cargos de nível superior. As seleções anteriores combinaram conhecimentos gerais, conteúdos jurídicos e matérias específicas da especialidade. Isso favorece quem começa antes da banca, porque não é um programa que costuma ser dominado apenas com revisão rápida.
O perfil de cobrança depende da organizadora que vier a ser contratada. Nos concursos anteriores, o candidato precisava equilibrar memorização de normas com interpretação e aplicação de conceitos. Nas especialidades de tecnologia e equipes multidisciplinares, o domínio prático da área profissional teve peso relevante.
Para quem começa do zero, um período de seis a doze meses é uma referência razoável. Candidatos que já estudam para tribunais podem aproveitar grande parte do conteúdo e concentrar a adaptação posterior na legislação da Paraíba, nas normas internas e na área específica.
A estratégia só não é indicada para quem pretende estudar exclusivamente para uma especialidade ainda incerta. Nesse caso, o melhor é escolher matérias reaproveitáveis em outros tribunais e manter o TJ PB como objetivo principal, sem depender de uma única possibilidade de cargo.
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Quando sai o edital do concurso TJ PB?
O Tribunal ainda não confirmou uma data para publicação do edital. A comissão especial foi formada, mas precisa concluir etapas que normalmente vêm antes da abertura da seleção.
Entre essas tarefas estão o levantamento das vagas, a definição das carreiras contempladas, a elaboração das regras, a estimativa de custos e a escolha da banca. Dependendo do modelo de contratação e da situação orçamentária, esse processo pode avançar rapidamente ou atravessar mais de um exercício.
Análise realista para o próximo edital
O histórico recomenda cautela com previsões muito próximas. O último concurso para áreas especializadas foi aberto em 2012, e a seleção anterior para carreiras gerais ocorreu em 2008. Houve tentativas e estudos posteriores, mas nenhum novo edital amplo para servidores foi publicado.
A diferença agora é que o Tribunal renovou o plano de carreiras e instituiu uma comissão especial em um intervalo inferior a dois meses. Esses dois movimentos criam condições administrativas melhores para que a seleção avance.
Ainda assim, a portaria não fixa prazo para lançamento do edital. O cenário mais consistente é acompanhar, nesta ordem, a definição dos cargos, o quantitativo de vagas, a autorização financeira e a contratação da banca. Quando a organizadora for escolhida, a publicação tende a ficar mais próxima e o estudo precisará ganhar intensidade.
Um edital em 2027 é possível diante do estágio atual dos trabalhos, mas deve ser tratado como análise, não como prazo oficial. A confirmação dependerá dos próximos atos do Tribunal.
Concursos anteriores do TJ PB: histórico e comparativo
Antes do novo edital, o histórico mostra um padrão importante para quem vai estudar agora: o Tribunal alternou uma seleção abrangente, voltada às carreiras gerais, com concursos posteriores concentrados em especialidades profissionais.
Em 2008, o TJ PB abriu oportunidades para Analista Judiciário, Técnico Judiciário, Auxiliar Judiciário e funções ligadas ao cumprimento de mandados. A seleção teve organização da Fundação Parque Tecnológico da Paraíba e distribuição regionalizada, permitindo que o candidato concorresse conforme as áreas administrativas do Judiciário.
A página oficial do concurso de 2008 mostra que o Tribunal realizou diversas nomeações ao longo da validade e manteve os registros atualizados mesmo depois do encerramento do certame.
Em 2012, o órgão adotou outro formato. Foram publicados editais para áreas específicas e tecnologia da informação, em vez de repetir uma seleção geral para todos os principais cargos. A organização ficou sob responsabilidade do Cespe, atual Cebraspe.
Como os editais anteriores evoluíram
A seleção de 2008 tinha perfil mais amplo e contemplava atividades judiciárias e administrativas. Esse modelo atendia à necessidade de reposição em várias regiões e oferecia uma porta de entrada mais generalista.
Quatro anos depois, o Tribunal concentrou o recrutamento em profissionais com formação definida. O concurso de 2012 para áreas específicas e tecnologia ofereceu 80 vagas para especialidades de Analista Judiciário e mais 50 oportunidades para a área de TI.
Essa mudança mostra que o próximo edital não precisa copiar um único concurso anterior. A nova comissão poderá escolher uma seleção ampla, um edital por especialidades ou uma combinação dos dois modelos.
Nível de dificuldade da prova
As provas de 2012 seguiram o padrão do Cespe, com itens julgados como certos ou errados e penalização de respostas incorretas. Esse formato exigia controle de risco, leitura precisa e domínio suficiente para evitar marcações por impulso.
Nas áreas de Assistência Social, Psicologia, Pedagogia, Contabilidade e Psiquiatria, o conteúdo específico tinha papel decisivo. Em tecnologia, a extensão do programa cobrava conhecimentos técnicos aprofundados, com pouca margem para uma preparação superficial.
A banca do próximo concurso ainda não está definida. Portanto, o Cespe serve como referência histórica, não como previsão. Até a contratação da organizadora, o candidato deve resolver questões de diferentes bancas de tribunais para desenvolver adaptação.
Tempo médio de preparação
Para Técnico Judiciário, seis a oito meses de estudo consistente podem construir uma boa base, especialmente para quem já tem contato com Português, informática e raciocínio lógico.
Analistas de áreas jurídicas ou administrativas costumam precisar de oito a doze meses por causa da extensão das disciplinas. Nas especialidades profissionais, o tempo varia conforme a experiência do candidato, mas a preparação deve incluir tanto conhecimentos técnicos quanto o núcleo comum.
Para quem esse concurso é ideal
O TJ PB é especialmente interessante para candidatos que desejam permanecer na Paraíba e aceitam lotação em diferentes comarcas. Também combina com quem já estuda para tribunais estaduais, pois parte relevante do conteúdo pode ser reaproveitada.
Profissionais de tecnologia e equipes multidisciplinares devem acompanhar com atenção. Essas áreas participaram dos estudos anteriores e podem voltar ao planejamento, embora a confirmação dependa do trabalho da nova comissão.
Cargos e vagas do concurso TJ PB: o que esperar
A portaria que criou a comissão não definiu os cargos nem o número de vagas. O ponto de partida mais confiável é a estrutura estabelecida no novo plano de carreiras e o histórico dos últimos concursos.
Cargos e escolaridade exigida
A estrutura atual do quadro efetivo inclui:
- Analista Judiciário: nível superior, com formação geral ou específica conforme a área;
- Oficial de Justiça: nível superior, observados os requisitos que forem definidos no edital e na legislação;
- Técnico Judiciário: escolaridade definida pela legislação da carreira e pelo futuro edital;
- Auxiliar Judiciário: cargo mantido na estrutura atual, mas sem confirmação de oferta na próxima seleção.
Entre as especialidades discutidas nos estudos anteriores aparecem Assistência Social, Psicologia, Pedagogia, Psiquiatria, Contabilidade e Tecnologia da Informação. O próximo edital pode incluir todas, apenas algumas ou acrescentar outras áreas.
O cargo de Oficial de Justiça merece cuidado especial. A legislação do Tribunal passou por alterações que elevaram a exigência de escolaridade para a atividade de execução de mandados. A mudança ocorre por vacância e não transforma automaticamente os cargos ocupados atualmente, como explicou o Tribunal ao tratar da nova exigência para Oficial de Justiça.
Vagas: histórico e o que esperar
Em 2012, os dois editais somaram 130 vagas. Desse total, 80 foram direcionadas a Analista Judiciário nas áreas de Assistência Social, Psicologia, Pedagogia, Contabilidade e Psiquiatria. As outras 50 ficaram em tecnologia da informação, com oportunidades para Analista e Técnico.
O concurso de 2008 foi mais amplo e regionalizado, abrangendo carreiras gerais. Como a nova comissão ainda está realizando levantamentos, não existe base segura para projetar que o próximo edital terá mais ou menos oportunidades do que os anteriores.
O número de cargos vagos também não deve ser confundido com número de vagas no edital. O Tribunal pode optar por provimento gradual, cadastro de reserva ou concentração nas áreas mais críticas.
O que pode mudar no próximo edital
A nova estrutura de carreiras é a principal diferença em relação aos concursos anteriores. Requisitos, nomenclaturas, progressão e remuneração poderão aparecer adaptados ao PCCR sancionado em 2026.
A distribuição das necessidades também mudou. A digitalização dos processos ampliou a importância de tecnologia, segurança da informação, dados e suporte a sistemas judiciais. Ao mesmo tempo, equipes multidisciplinares continuam necessárias em demandas de infância, família, violência doméstica e execução de medidas judiciais.
Por isso, não seria surpreendente que o Tribunal adotasse um edital dividido por áreas. Essa é uma possibilidade coerente com o histórico e com a organização atual, mas não uma definição da comissão.
Salários atualizados do Analista Judiciário
A remuneração do próximo concurso deverá seguir o novo Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, acrescida das vantagens previstas para os servidores do Judiciário paraibano. Como o edital ainda não foi publicado, não existe uma tabela de ingresso anexada especificamente à nova seleção.
Remuneração do último edital
No concurso de 2012, o valor inicial informado para Analista Judiciário era compatível com a estrutura remuneratória vigente naquele período. Esse número não deve ser usado como referência financeira para 2026, porque a carreira recebeu reajustes, incorporações e alterações legislativas ao longo de mais de uma década.
Para a futura seleção, a referência mais correta será a tabela vigente na data do edital. O candidato deve consultar as estruturas remuneratórias publicadas no Portal da Transparência, onde o Tribunal concentra informações sobre vencimentos, rubricas e composição da folha.
Pela estrutura atual divulgada após o novo PCCR, a carreira de Analista Judiciário parte de aproximadamente R$ 7,2 mil, enquanto Técnico Judiciário e Oficial de Justiça têm referência inicial próxima de R$ 5,5 mil, antes da inclusão de vantagens pessoais ou parcelas condicionadas ao exercício. Os valores exatos do concurso só poderão ser confirmados no edital.
Como o salário é composto na prática
A remuneração pode envolver vencimento do cargo, progressões por classe e padrão, adicional de qualificação e outras vantagens previstas em lei. Algumas parcelas dependem de titulação, exercício de determinadas atividades ou atendimento dos requisitos administrativos.
Isso significa que o valor recebido por um servidor em atividade não representa necessariamente o salário inicial de um novo aprovado. Para comparar corretamente, o candidato deve observar a primeira classe da carreira e separar as parcelas permanentes das vantagens individuais.
Perspectiva de atualização salarial
Em fevereiro de 2026, o Tribunal anunciou reajuste total de 7% para os servidores, dividido em parcelas de 3% em março e 4% em outubro. A revisão salarial anunciada pelo TJPB deve ser considerada na tabela que estiver vigente quando o edital for elaborado.
Como parte do reajuste ainda terá efeito em outubro de 2026, qualquer valor informado antes da consolidação dessa etapa pode mudar. O edital deverá apresentar a remuneração aplicável ao momento da abertura da seleção.
O que estudar para o concurso TJ PB
A melhor referência inicial continua sendo o conteúdo dos concursos anteriores, ajustado às matérias mais comuns em seleções atuais de tribunais. A comissão poderá alterar disciplinas, pesos e critérios, mas o núcleo abaixo oferece uma preparação reaproveitável.
Disciplinas cobradas e peso de cada bloco
Para cargos administrativos e judiciários, a base tende a incluir:
- Língua Portuguesa;
- raciocínio lógico;
- informática;
- Direito Constitucional;
- Direito Administrativo;
- Direito Civil;
- Direito Processual Civil;
- Direito Penal;
- Direito Processual Penal;
- legislação do Estado da Paraíba;
- organização judiciária e normas internas do TJPB.
Para Assistência Social, Psicologia, Pedagogia, Contabilidade e Psiquiatria, o bloco específico deve reunir legislação profissional, fundamentos técnicos, políticas públicas e aplicação do conhecimento no contexto judicial.
Na área de tecnologia, o estudo pode envolver desenvolvimento de sistemas, banco de dados, infraestrutura, redes, segurança da informação, governança de TI, engenharia de software e gestão de serviços.
O peso de cada bloco ainda não foi definido. Historicamente, conhecimentos específicos tiveram papel central nos editais de 2012. Por isso, candidatos a especialidades não devem concentrar toda a preparação apenas em Português e Direito.
O que mais elimina candidatos
Sem estatística oficial consolidada sobre eliminações, a análise precisa partir do modelo das provas anteriores. No formato certo ou errado utilizado pelo Cespe, o maior risco era perder pontos por marcações inseguras. Uma sequência de respostas impulsivas podia anular boa parte dos acertos.
Nas especialidades, outro problema era subestimar o conteúdo técnico. Muitos candidatos chegavam com boa preparação no núcleo comum, mas sem profundidade suficiente nas normas e nos procedimentos da própria profissão.
Caso a futura banca use múltipla escolha tradicional, a estratégia muda. Ainda assim, interpretação cuidadosa, domínio literal das normas e resolução de questões continuarão sendo fundamentais.
Diferenças em relação a concursos semelhantes
O TJ PB pode cobrar legislação estadual e normas de organização judiciária com maior profundidade do que concursos federais. Esse conteúdo deve entrar apenas depois de o candidato dominar a base, porque as regras locais têm menor reaproveitamento.
Outro diferencial é a possibilidade de seleção para equipes multidisciplinares e tecnologia, em vez de um edital concentrado apenas em técnico e analista da área judiciária. Quem busca essas especialidades precisa acompanhar a definição dos cargos antes de investir em materiais excessivamente fechados.
Como começar hoje
- Baixe as provas e os documentos dos concursos de 2008 e 2012 na área oficial do TJPB e identifique o conteúdo correspondente à carreira desejada.
- Escolha entre três trilhas iniciais: área judiciária, equipe multidisciplinar ou tecnologia da informação. Não tente estudar simultaneamente todos os perfis.
- Para Técnico, inicie por Português, informática, raciocínio lógico, Direito Constitucional e Direito Administrativo.
- Para Analista da área jurídica, acrescente Processo Civil e Processo Penal desde as primeiras semanas, sem esperar a banca.
- Para especialidades profissionais, reserve pelo menos metade do tempo ao conteúdo técnico da formação, porque esse bloco foi decisivo no modelo de 2012.
- Resolva questões de certo ou errado para aprender controle de risco, mas também pratique múltipla escolha enquanto a nova organizadora não é conhecida.
- Separe um bloco semanal para acompanhar o Diário da Justiça eletrônico, procurando atos sobre vagas, comissão, banca e contratação.
- Deixe a legislação específica da Paraíba para uma segunda fase. Comece pelo núcleo reaproveitável e aprofunde as normas locais quando os cargos forem confirmados.
Conclusão
A nova comissão colocou o concurso TJ PB em uma fase preparatória real, embora ainda faltem banca, vagas e cronograma. Quem começar pela base comum terá tempo para avançar sem depender de previsões apressadas. O melhor próximo passo é escolher uma área, estudar com regularidade e acompanhar esta página para os ajustes exigidos pelos próximos atos oficiais.
Se você está começando do zero, escolher o curso certo pode acelerar muito sua evolução e evitar erros comuns no início da preparação. Para te ajudar nisso, fiz uma análise completa com os principais cursos para concursos e o que cada um realmente entrega.







