Concurso MPO 2026: edital de APO ainda em andamento, com curso de formação da segunda chamada até maio

O concurso MPO é uma das seleções mais fortes da área de gestão pública federal, especialmente para quem mira o cargo de Analista de Planejamento e Orçamento, conhecido como APO.

O Ministério do Planejamento e Orçamento atua no centro das decisões sobre PPA, LDO, LOA, avaliação de políticas públicas e organização do orçamento federal, o que torna a carreira diferente de cargos administrativos mais operacionais.

O último edital específico para APO foi publicado em 2024, com 100 vagas e remuneração inicial de R$ 20.924,80, conforme página oficial do MPO.

A concorrência foi alta: o Cebraspe registrou 12.763 inscritos para 100 vagas, com 9.193 candidatos apenas na especialidade Geral.

Vale acompanhar agora porque o certame de 2024 ainda gera convocações e curso de formação em 2026, mas não existe autorização oficial para um novo edital até o momento.

Situação atual: concurso MPO

Último edital: 2024, para Analista de Planejamento e Orçamento
Situação: concurso vigente em fase de curso de formação e convocações complementares
Expectativa: novo edital sem data confirmada
Histórico: intervalo médio aproximado de 7 anos entre os ciclos recentes de 2009, 2015 e 2024
Fonte: edital de 2024 no MPO, página de publicações oficiais do concurso, histórico de 2015 no antigo Ministério do Planejamento e informações da Enap sobre a segunda chamada do curso de formação.

Situação atual do concurso MPO em 2026

O concurso MPO de maior interesse para a área de planejamento e orçamento é o de Analista de Planejamento e Orçamento, cargo da carreira APO. Em 2026, a situação não é de edital novo aberto para inscrições, mas de continuidade do concurso publicado em 2024. A página oficial do MPO informa que o edital foi publicado em 24 de janeiro de 2024 no Diário Oficial da União, com 100 vagas, remuneração inicial de R$ 20.924,80 e lotação em Brasília.

O edital de abertura confirmou o Cebraspe como banca, provas objetivas e discursivas, avaliação de títulos e curso de formação como segunda etapa, de caráter eliminatório e classificatório. O mesmo documento também estabeleceu que todas as etapas seriam aplicadas nas capitais e no Distrito Federal, uma mudança importante em relação a seleções anteriores, que tinham aplicação mais concentrada.

A etapa atual mais relevante em 2026 é o curso de formação de segunda chamada. A Enap informa que a segunda chamada da Formação Inicial de APO tem carga horária de 440 horas, modalidade presencial e período de 27 de janeiro a 19 de maio de 2026. Além disso, a página de editais e publicações oficiais do MPO foi atualizada em 4 de março de 2026 e lista editais de janeiro e fevereiro de 2026 relacionados a convocações, inclusões e situações sub judice no curso de formação.

O cenário prático é o seguinte: o concurso de 2024 ainda produz efeitos administrativos, mas não existe edital novo para APO em 2026. Também não há autorização oficial localizada para nova seleção específica de APO. O que existe é a continuidade do concurso anterior e a discussão institucional sobre recomposição da força de trabalho. A Assecor informou, em reunião com a Secretaria Executiva do MPO em 2025, preocupação com déficit de servidores e defesa de convocação de excedentes e de novos concursos, mas isso é manifestação de entidade representativa, não autorização formal de edital.

O que já foi publicado oficialmente

Foi publicado o Edital nº 1 STDI/SOF/MPO, de 23 de janeiro de 2024, para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de Analista de Planejamento e Orçamento. O edital indicou 100 vagas imediatas, distribuídas entre especialidade Geral, Desenvolvimento Institucional e áreas de Tecnologia da Informação.

Depois do edital de abertura, a página oficial do MPO registrou resultados, convocações para curso de formação, homologação do resultado final em 2025 e novos editais em 2026 relacionados ao curso de formação. A homologação do resultado final aparece no Edital nº 1 GM/MPO, de 8 de abril de 2025.

Declarações recentes de autoridades

Em janeiro de 2026, na abertura do curso de formação da 20ª turma de APOs, o ministro substituto do Planejamento e Orçamento, Gustavo Guimarães, afirmou que o trabalho de APO tem perfil amplo e que orçamento, planejamento, avaliação e monitoramento passam pela carreira. A fala foi publicada no site oficial do MPO.

Na mesma publicação, o secretário de Orçamento Federal, Clayton Montes, destacou que a atuação dos APOs busca reduzir desigualdades sociais e melhorar a qualidade do gasto público. Essas declarações reforçam que o cargo continua estratégico dentro do Ministério, mas não equivalem a autorização de novo concurso.

Existe banca definida?

Para o concurso de APO de 2024, a banca foi o Cebraspe, conforme edital de abertura e página oficial do MPO.

Para um próximo concurso, não há banca definida. Qualquer afirmação sobre Cebraspe, FGV ou outra organizadora para um novo edital seria especulação, porque não existe ato oficial de contratação publicado para uma nova seleção de APO.

O que isso significa na prática para o candidato

Na prática, o candidato deve estudar como se o próximo edital mantivesse a lógica do Cebraspe, mas sem assumir que a banca será a mesma. A razão é simples: o edital mais recente usou prova objetiva em certo ou errado, com penalização por erro, prova discursiva forte e curso de formação obrigatório.

Como não há autorização para novo edital, a preparação deve ser de médio prazo. Isso favorece quem precisa construir base em orçamento público, políticas públicas, direito público, administração pública, economia e análise de dados, que foram áreas centrais no edital de 2024.

Quando sai o edital do concurso MPO?

O último edital específico para Analista de Planejamento e Orçamento foi publicado em 23 de janeiro de 2024, com divulgação oficial pelo MPO em 24 de janeiro de 2024. Antes dele, o edital anterior da carreira APO foi lançado em 2015, com 80 vagas, seleção pela Esaf, provas objetivas, dissertativas, títulos e curso de formação. O ciclo anterior mencionado pelo próprio Ministério ocorreu entre 2009 e 2011, com 100 vagas.

Existe previsão oficial?

Não há previsão oficial para novo edital do concurso MPO APO. Até as fontes oficiais consultadas, o que existe é a continuidade do concurso de 2024, com curso de formação de segunda chamada em 2026 e editais complementares relacionados a candidatos convocados ou sub judice.

A Assecor defendeu novos concursos e informou preocupação com déficit de servidores após o último certame, mas a própria nota indica discussão institucional, não autorização de edital.

Análise realista para o próximo edital

Com base no histórico dos últimos ciclos, 2009, 2015 e 2024, o intervalo médio fica perto de 7 anos. O intervalo de 2015 para 2024 foi de aproximadamente 9 anos, e o próprio MPO informou que o edital de 2024 foi o primeiro para APO desde 2015.

Por isso, a análise realista é que um novo edital imediato para APO não é o cenário mais provável sem nova autorização do MGI ou ato equivalente. O ponto que mantém o concurso no radar é a necessidade de recomposição de força de trabalho apontada pela Assecor e a importância institucional da carreira nas falas oficiais do MPO.

Concursos anteriores do MPO: histórico e comparativo

Como não há edital novo aberto em 2026, esta seção considera os últimos editais normalmente, incluindo o certame mais recente de 2024.

Último edital

O último edital específico para APO foi o Edital nº 1 STDI/SOF/MPO, de 23 de janeiro de 2024. Ele trouxe 100 vagas imediatas para nível superior em qualquer área, com especialidades em Geral, Desenvolvimento Institucional, Governança e Gestão de Projetos de TI, Desenvolvimento de Sistemas Orçamentários, Gestão de Infraestrutura de TI, Gestão de Dados Orçamentários, Gestão de Contratos de TI e Gestão da Segurança da Informação Orçamentária.

A remuneração inicial indicada no edital foi de R$ 20.924,80, com jornada de 40 horas semanais e lotação em Brasília.

Como era a estrutura das provas anteriores

Em 2024, a primeira etapa teve provas objetivas e discursivas, além de avaliação de títulos. A segunda etapa foi o curso de formação, de caráter eliminatório e classificatório.

Em 2015, o antigo Ministério do Planejamento informou que a seleção seria feita pela Esaf, com provas objetivas, dissertativas, apresentação de títulos e curso de formação. A mudança mais relevante de 2015 para 2024 foi a troca de banca para o Cebraspe e a adoção do método certo ou errado com peso maior em conhecimentos específicos.

Intervalo histórico entre concursos

O ciclo de 2009 ofereceu 100 vagas e foi autorizado por portaria publicada no Diário Oficial da União, conforme notícia oficial do antigo Ministério do Planejamento. O edital de 2015 ofereceu 80 vagas e o de 2024 ofereceu 100 vagas.

Considerando 2009, 2015 e 2024, o intervalo histórico recente foi de cerca de 6 anos entre 2009 e 2015 e de 9 anos entre 2015 e 2024. A média aproximada é de 7 a 8 anos, o que reforça a necessidade de acompanhar atos oficiais antes de apostar em prazo curto.

O que mudou de um edital para o outro

O edital de 2015 teve 80 vagas, remuneração inicial de R$ 15.003,70 e seleção pela Esaf. O edital de 2024 subiu para 100 vagas, remuneração inicial de R$ 20.924,80 e organização pelo Cebraspe.

Outra mudança importante foi a ampliação das áreas ligadas a tecnologia, dados, segurança da informação e sistemas orçamentários. Em 2024, além da especialidade Geral, o edital separou vagas específicas para desenvolvimento institucional e várias frentes de TI aplicada ao orçamento público.

Vale a pena estudar agora?

Sim, vale a pena estudar agora para o concurso MPO, mas com estratégia de médio prazo. O candidato não deve estudar como se o edital fosse sair amanhã, porque não há previsão oficial. Ao mesmo tempo, o histórico mostra hiatos longos e provas densas, o que favorece quem começa antes da autorização.

Nível de dificuldade da prova

A prova é de nível alto. Em 2024, os conhecimentos específicos valeram 2 pontos por item, enquanto os conhecimentos gerais valeram 1 ponto por item, e o candidato podia perder a mesma pontuação em caso de erro. Isso muda o estudo: não basta “chutar bem”, é preciso dominar o assunto para decidir quando marcar e quando deixar em branco.

Além disso, havia nota mínima em conhecimentos básicos, conhecimentos específicos e no conjunto das objetivas. Essa combinação elimina muitos candidatos que estudam apenas por leitura superficial.

Perfil da banca Cebraspe

No edital de 2024, a banca foi o Cebraspe, com itens no estilo certo ou errado e penalização por erro. O perfil tende a cobrar interpretação aplicada, leitura de norma seca em contexto, conceitos de orçamento público e análise de cenários de políticas públicas.

Para o próximo edital, não existe banca definida. Ainda assim, usar o Cebraspe como referência inicial é prudente porque foi a organizadora mais recente e porque a prova de APO teve desenho muito próprio, com orçamento, planejamento, economia, políticas públicas e dados.

Tempo médio de preparação

Para quem já vem de concursos de gestão, controle, fiscal ou carreiras transversais, um ciclo de 8 a 12 meses pode ser suficiente para chegar competitivo. Para quem começa do zero em orçamento público, economia e políticas públicas, o prazo realista fica entre 12 e 18 meses.

Esse tempo se justifica porque o edital de 2024 cobrou um bloco geral amplo, com Direito Público, Administração Pública, Realidade Brasileira, Análise de Dados, Ética, Direitos Humanos, Inglês e Espanhol, além de um bloco específico pesado.

Para quem esse concurso é ideal

O concurso é ideal para quem gosta de orçamento público, planejamento governamental, avaliação de políticas, economia aplicada e decisões baseadas em evidências. Também é uma boa escolha para candidatos de TI que queiram atuar em sistemas orçamentários, dados, governança, contratos e segurança da informação dentro do governo federal.

Não é o melhor alvo para quem procura uma prova curta, com conteúdo predominantemente administrativo ou decoreba simples. O cargo exige leitura técnica, boa escrita e capacidade de ligar orçamento, políticas públicas e realidade brasileira.

Cargos e vagas do concurso MPO: o que esperar

O edital de 2024 foi focado em Analista de Planejamento e Orçamento. O cargo é de nível superior e tem atuação em formulação, implementação e avaliação de políticas nas áreas orçamentária e de planejamento, além de atividades ligadas a PPA, LDO, LOA, sistemas de planejamento e orçamento e análise econômico-fiscal.

Cargos do último edital

O último edital trouxe 8 especialidades de APO:

  1. Geral, com 65 vagas
  2. Desenvolvimento Institucional, com 5 vagas
  3. Governança e Gestão de Projetos de TI, com 6 vagas
  4. Desenvolvimento de Sistemas Orçamentários, com 13 vagas
  5. Gestão de Infraestrutura de TI, com 2 vagas
  6. Gestão de Dados Orçamentários, com 5 vagas
  7. Gestão de Contratos de TI, com 2 vagas
  8. Gestão da Segurança da Informação Orçamentária, com 2 vagas

A distribuição consta no edital de abertura de 2024.

Escolaridade exigida

Todas as especialidades do edital de 2024 exigiam diploma de curso superior em qualquer área de formação, reconhecido pelo Ministério da Educação.

Isso torna o concurso acessível a candidatos de diversas formações, mas a prova favorece quem domina orçamento, políticas públicas, economia, administração pública e, nas especialidades de TI, conteúdos técnicos específicos.

Número de vagas como referência

O edital de 2024 trouxe 100 vagas imediatas e limite de 371 aprovados, incluídas as vagas imediatas, conforme a tabela de vagas do edital e a demanda divulgada pelo Cebraspe.

No edital anterior, de 2015, foram 80 vagas para APO, segundo notícia oficial do antigo Ministério do Planejamento.

O que pode mudar no próximo edital

Pode haver mudança de banca, redistribuição de vagas entre área geral e tecnologia e ajustes de conteúdo, especialmente porque o próprio MPO vem destacando avaliação de políticas públicas, uso de dados, planejamento e orçamento como funções centrais do cargo.

Não existe fonte oficial indicando número de vagas para um próximo edital. A única movimentação verificável é a defesa de novos concursos pela Assecor e a continuidade de discussões sobre déficit de servidores e fortalecimento da carreira.

Salários atualizados do Analista de Planejamento e Orçamento

Remuneração do último edital

O edital de 2024 informou remuneração inicial de R$ 20.924,80 para Analista de Planejamento e Orçamento, com jornada de 40 horas semanais. A página oficial do MPO também informou que a remuneração inicial era de R$ 20.924,80 e poderia chegar a R$ 29.832,94 ao final da carreira.

Composição salarial

A remuneração de APO é em forma de subsídio, ou seja, parcela única, conforme o histórico da carreira e as informações oficiais sobre concursos anteriores. Em 2009, o antigo Ministério do Planejamento já informava que os analistas iniciavam na carreira sob regime de dedicação exclusiva, com vencimentos em forma de subsídio.

Por isso, não se trata de salário composto por vencimento básico mais gratificação de desempenho, como ocorre em várias carreiras administrativas. O valor principal é o subsídio da carreira.

Benefícios

O edital de 2024 não detalhou, no trecho principal de remuneração, uma lista específica de benefícios como auxílio-alimentação ou auxílio-transporte. Portanto, não há informação específica no edital que permita cravar um pacote próprio de benefícios do cargo.

Na prática, benefícios de servidores federais podem seguir normas gerais do Executivo Federal, mas para esta página permanente o dado seguro é o subsídio informado no edital e na legislação remuneratória da carreira.

Possíveis atualizações salariais

A Lei nº 15.141, de 2 de junho de 2025, alterou a estrutura e os subsídios de carreiras do Executivo, incluindo Analista de Planejamento e Orçamento na estrutura da Lei nº 11.890/2008. A publicação legislativa mostra tabela com efeitos financeiros a partir de 1º de janeiro de 2025 e 1º de abril de 2026, com subsídio inicial de R$ 20.000,00 no padrão A I a partir de abril de 2026 e valores superiores conforme progressão, chegando a R$ 36.694,00 no topo da tabela.

Como esse valor de entrada da nova tabela pode depender de correlação de classes e padrões para servidores em exercício, o dado mais seguro para candidatos ainda é usar o edital de 2024 como referência do concurso e a Lei nº 15.141/2025 como fonte de atualização remuneratória da carreira.

O que estudar para o concurso MPO

O melhor ponto de partida é o edital de 2024. Ele é recente, foi organizado pelo Cebraspe e mostra com clareza o núcleo da carreira: orçamento público, planejamento, políticas públicas, economia, administração pública, realidade brasileira, dados e prova discursiva.

Disciplinas cobradas

Na especialidade Geral, a prova objetiva de conhecimentos gerais trouxe Língua Inglesa, Língua Espanhola, Direito Público, Administração Pública, Realidade Brasileira, Análise de Dados, Ética no Serviço Público e Direitos Humanos.

Nos conhecimentos específicos da área Geral, o edital cobrou Planejamento e Orçamento Público, Avaliação de Políticas Públicas, Macroeconomia, Economia do Setor Público, Economia Brasileira e Finanças Públicas.

Nas áreas de TI, o edital manteve Planejamento e Orçamento Público como eixo comum, além de Fundamentos de Gestão de Tecnologia da Informação e a disciplina técnica de cada especialidade, como Governança e Gestão de Projetos, Desenvolvimento de Software, Infraestrutura de TI, Ciência de Dados, Contratações de TI ou Segurança da Informação.

Matérias com maior peso

O peso maior está em conhecimentos específicos. O edital de 2024 estabeleceu 1 ponto por item em conhecimentos gerais e 2 pontos por item em conhecimentos específicos, tanto para acerto quanto para erro.

Na especialidade Geral, Planejamento e Orçamento Público teve 40 itens, o maior bloco específico isolado. Avaliação de Políticas Públicas veio com 20 itens, seguida por economia e finanças públicas.

Disciplinas que mais eliminam candidatos

As disciplinas que mais tendem a eliminar são Planejamento e Orçamento Público, Economia do Setor Público, Macroeconomia, Finanças Públicas e Análise de Dados, porque exigem técnica e interpretação. No caso do Cebraspe, o erro pesa contra o candidato, o que aumenta o risco em temas de baixa segurança.

Também merece atenção a discursiva. Em 2024, a prova discursiva incluiu parecer, questão, dissertação e questão de conhecimentos específicos, conforme a estrutura do edital.

Diferenças em relação a outros concursos semelhantes

A diferença principal é a centralidade do orçamento federal. Em muitos concursos de gestão, orçamento aparece como uma disciplina entre várias. No MPO, ele é o coração da prova e do cargo. O próprio edital descreve atividades ligadas à elaboração, acompanhamento e revisão do PPA, LDO e LOA, além de integração entre planejamento e orçamento.

Outra diferença é que a carreira combina política pública, economia, planejamento e dados. A Enap, no curso de formação de segunda chamada, lista objetivos como análise e avaliação de políticas públicas, uso de dados e evidências, planejamento de curto, médio e longo prazo, gestão de riscos e análise de dados do orçamento.

Como começar hoje

  1. Estude Planejamento e Orçamento Público como disciplina principal, não como matéria acessória, porque no edital de 2024 ela teve 40 itens nos conhecimentos específicos da área Geral.
  2. Monte uma rotina de revisão de PPA, LDO e LOA, pois as atribuições do APO envolvem elaboração, acompanhamento e revisão desses instrumentos.
  3. Treine itens certo ou errado do Cebraspe com controle de risco, já que o erro anulava pontuação no edital de 2024.
  4. Faça uma base forte de Administração Pública, Direito Público e Realidade Brasileira, pois esses três blocos somaram 65 itens na parte geral do edital de 2024.
  5. Inclua Análise de Dados desde o início, porque o edital cobrou 15 itens na parte geral e o curso de formação reforça uso de dados e evidências.
  6. Para área Geral, priorize Avaliação de Políticas Públicas e Economia Brasileira na discursiva, porque foram temas expressamente indicados para a P4 no edital de 2024.
  7. Para TI, escolha a especialidade cedo, pois o edital separou conteúdos técnicos específicos como Ciência de Dados, Desenvolvimento de Software, Contratações de TI e Segurança da Informação.
  8. Acompanhe a página oficial de editais do MPO antes de acreditar em previsão de novo concurso, porque os atos de 2026 ainda tratam do concurso anterior.

Conclusão

O concurso MPO segue relevante em 2026, mas o cenário atual é de continuidade do edital de 2024, não de nova seleção aberta. O cargo de Analista de Planejamento e Orçamento continua estratégico, com atuação direta em orçamento, planejamento, avaliação de políticas públicas e uso de dados. Para quem quer competir bem no próximo ciclo, o melhor caminho é começar agora com base no edital de 2024 e acompanhar apenas fontes oficiais para novas autorizações.

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Sobre o autor • Tiago Leal

Editor do Estudo Certeiro, atua desde 2016 na produção e análise de conteúdos sobre concursos públicos. Ao longo dos anos, já publicou mais de 3.000 artigos voltados à interpretação de editais, cargos e estratégias de estudo, acompanhando de forma contínua as principais seleções do país.

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