- Atualizado em 17 de Setembro de 2026: Edital publicado
- Atualizado em 07 de Julho de 2026: Banca definida
O concurso PC AP 2026 entrou oficialmente em uma nova fase com a publicação do edital para Delegado de Polícia Civil e Oficial Investigador de Polícia Civil. Os dois cargos exigem nível superior, mas têm perfis bastante diferentes: enquanto Delegado concentra uma seleção jurídica extensa, o Oficial Investigador reúne investigação, atividade operacional e uma prova objetiva bastante diversificada. Depois de um intervalo de nove anos desde o último grande edital, a disputa tende a atrair candidatos de todo o país, principalmente pela remuneração e pelo número expressivo de candidatos que poderão compor o cadastro de reserva.
- Concurso PC AP
- Último concurso: 2017
- Situação atual: edital publicado
- Previsão oficial: provas marcadas para dezembro de 2026
- Base da informação: edital de abertura, página oficial da Fundação Cesgranrio e acompanhamento da Secretaria de Administração do Amapá
- Leitura sem boato: o edital já definiu cargos, cronograma, remuneração, disciplinas e etapas; abaixo explicamos o que realmente muda na preparação.
Situação atual do concurso PC AP em 2026
O concurso da Polícia Civil do Amapá está oficialmente aberto. A nova seleção foi incluída pela Secretaria de Estado da Administração entre os concursos vigentes em 16 de setembro de 2026, encerrando a fase de comissão, contratação da banca e preparação que vinha sendo acompanhada desde o primeiro semestre. A página oficial da SEAD dedicada à Polícia Civil 2026 passou a registrar o novo certame a partir dessa data.
A organização ficou com a Fundação Cesgranrio. O concurso será destinado à formação de cadastro de reserva para duas carreiras: Delegado de Polícia Civil e Oficial Investigador de Polícia Civil. A referência divulgada pela própria organizadora é de até 396 candidatos no cadastro, sendo 102 para Delegado e 294 para Oficial Investigador. A página oficial do concurso na Cesgranrio reúne o acompanhamento da seleção e deve ser usada pelo candidato para inscrições, comunicados e atos posteriores.
É importante entender a expressão usada no edital. Não se trata de 396 vagas imediatas cuja nomeação esteja automaticamente garantida. O certame forma cadastro de reserva dentro desses quantitativos, permitindo que o Estado convoque candidatos conforme necessidade administrativa, disponibilidade orçamentária e ordem de classificação durante a validade do concurso.
Para Oficial Investigador, o edital prevê 294 posições no cadastro. O cargo exige diploma de graduação em qualquer área reconhecida pelo MEC e Carteira Nacional de Habilitação, no mínimo, categoria B. Para Delegado, são 102 posições, com exigência de bacharelado em Direito e comprovação de pelo menos três anos de atividade jurídica ou policial na forma estabelecida pelo edital.
A primeira grande data para acompanhar é 22 de setembro, quando começa o período de inscrições. O prazo termina em 19 de outubro. As taxas são de R$ 150 para Oficial Investigador e R$ 200 para Delegado. A Cesgranrio também estabeleceu período próprio para solicitação das hipóteses de isenção previstas no edital.
A prova objetiva dos dois cargos está marcada para 6 de dezembro de 2026. Na mesma data, Oficial Investigador fará a prova discursiva na modalidade redação, enquanto os candidatos a Delegado enfrentarão prova dissertativa ligada às disciplinas jurídicas e policiais previstas no conteúdo programático.
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Em que etapa está o concurso agora?
A seleção está entre a publicação do edital e a abertura das inscrições. Isso significa que já não faz sentido estudar usando apenas estimativas do concurso anterior. Conteúdo programático, número de questões, critérios mínimos, etapas e perfil das provas agora estão definidos.
Para quem já vinha se preparando, o principal trabalho é comparar o ciclo antigo com o conteúdo efetivamente publicado e cortar matérias que deixaram de ser prioridade. Quem começa agora precisa fazer o contrário: entrar diretamente nas disciplinas de maior peso e organizar o tempo restante até dezembro.
Depois da etapa intelectual, o concurso ainda terá fases próprias da carreira policial. Para Oficial Investigador, o processo inclui exames documental e médico, teste de aptidão física, avaliação psicológica, investigação social e Curso de Formação Policial Profissional. Delegado passa ainda por prova oral e avaliação de títulos.
Banca definida: o que isso muda para o candidato
A Cesgranrio deixou de ser apenas uma referência provável e passou a ser a banca que efetivamente elaborará e corrigirá as provas. O candidato, portanto, deve reduzir gradualmente o uso de questões da FCC, responsável pelo concurso anterior, e aumentar a quantidade de exercícios recentes da Cesgranrio.
Outro ponto relevante está no formato. As provas objetivas terão questões de múltipla escolha, o que torna velocidade, leitura das alternativas e controle de tempo fundamentais. Não basta conhecer o assunto: é preciso reconhecer rapidamente a resposta correta entre alternativas próximas.
O que isso significa na prática para o candidato
Agora existe um prazo real. O estudo precisa ser organizado de trás para frente a partir da prova de dezembro.
Para Oficial Investigador, isso significa atenção especial a Informática, Português, Raciocínio Lógico, Estatística, Contabilidade e ao núcleo jurídico. A distribuição do edital mostra que depender apenas das matérias tradicionais de concursos policiais é um erro.
Para Delegado, Direito Penal e Processo Penal ocupam posição central tanto na objetiva quanto na parte escrita. A preparação também precisa incluir disciplinas que muitos candidatos deixam em segundo plano, como Medicina Legal, Criminologia, Direito Ambiental e conteúdo relacionado ao Amapá.
Vale a pena estudar agora?
Sim. Com edital publicado e prova marcada, o candidato não precisa mais decidir com base em expectativa de abertura. A pergunta agora é se existe tempo suficiente para alcançar um nível competitivo até dezembro.
Existe, principalmente para quem já traz alguma base de concursos policiais, jurídicos ou administrativos. Para quem começa praticamente do zero, a seleção exige uma estratégia mais seletiva: priorizar disciplinas de maior incidência, fazer muitas questões da Cesgranrio e evitar tentar dominar cada detalhe do conteúdo antes de começar revisões e simulados.
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Nível de dificuldade da prova
A dificuldade pode ser considerada alta, mas por motivos diferentes em cada carreira.
Delegado possui uma carga jurídica extensa, prova dissertativa e etapas posteriores como prova oral e avaliação de títulos. Direito Penal e Processo Penal têm peso relevante na objetiva e reaparecem na avaliação escrita, o que exige domínio acima da simples memorização da lei.
Para Oficial Investigador, a dificuldade está na amplitude. A prova mistura conteúdos jurídicos com Português, matemática, Estatística, Contabilidade, Informática, Direitos Humanos e conhecimentos locais. É uma combinação que pune o candidato que chega muito forte em Direito, mas praticamente abandona o bloco quantitativo e tecnológico.
Além disso, o edital exige desempenho mínimo na prova objetiva e estabelece limite de candidatos que avançarão para a correção da etapa escrita. Portanto, atingir apenas a nota mínima não significa necessariamente permanecer no concurso.
Perfil da banca
A Cesgranrio trabalha com cinco alternativas e costuma exigir boa interpretação do comando da questão. Em Português, texto e gramática aparecem frequentemente integrados. Nas disciplinas exatas e de tecnologia, saber executar o raciocínio rapidamente é mais importante do que acumular teoria sem exercícios.
Nas matérias jurídicas, a estratégia deve equilibrar legislação, conceitos e aplicação prática. Como há uma quantidade limitada de questões em várias disciplinas, perder dois ou três itens de um bloco pequeno pode provocar diferença significativa na classificação.
Tempo médio de preparação
Para Oficial Investigador, quem já possui base razoável pode trabalhar com um ciclo intensivo até a prova, priorizando aproximadamente dez a doze semanas de questões, revisões e simulados. Um iniciante precisará reduzir a profundidade em conteúdos secundários para ganhar cobertura do edital.
Delegado normalmente demanda preparação anterior mais longa. Quem começa Direito Penal, Processo Penal, Constitucional e Administrativo do zero após a publicação do edital enfrentará uma janela bastante apertada. Nesse caso, a melhor estratégia é construir competitividade sem sacrificar completamente as disciplinas menores e a prova escrita.
Para quem esse concurso é ideal
Oficial Investigador faz sentido para graduados de qualquer área interessados em investigação criminal, trabalho operacional e carreira policial, desde que também estejam dispostos a se preparar para o TAF e as demais fases eliminatórias.
Delegado atende a um perfil jurídico mais específico: bacharéis em Direito que já tenham ou possam comprovar a experiência profissional exigida e estejam preparados para avaliações escritas, oral e de títulos além da objetiva.
Cronograma oficial do concurso PC AP
Datas e etapas do concurso
O calendário começa com as inscrições pela internet, previstas entre 22 de setembro e 19 de outubro de 2026. O edital estabelece taxas distintas por carreira e período próprio para pedidos de isenção.
A etapa intelectual está marcada para 6 de dezembro de 2026. A Cesgranrio informa no resumo oficial da seleção que nessa data serão aplicadas as avaliações objetivas e escritas. O resultado final previsto para a fase conduzida pela banca aparece no cronograma para fevereiro de 2027.
Para Delegado, a primeira fase reúne prova objetiva e dissertativa. Depois dela ainda estão previstas prova oral, avaliação de títulos, exames documental e médico, aptidão física, avaliação psicológica, investigação social e formação profissional.
Oficial Investigador terá objetiva e redação inicialmente. Os classificados seguirão para exames, TAF, avaliação psicológica, investigação social e formação.
O que vem depois das provas
O primeiro ponto de atenção será a classificação necessária para avançar à correção da prova escrita. O edital estabelece uma cláusula de barreira, portanto não basta alcançar a pontuação mínima: o candidato também precisa permanecer dentro do limite de classificação estabelecido para seu cargo e modalidade de concorrência.
Depois da fase intelectual, o concurso passa a medir requisitos que não podem ser recuperados apenas com mais estudo teórico. Documentação irregular, desempenho insuficiente no TAF ou eliminação em qualquer avaliação de caráter eliminatório interrompem a participação mesmo de candidatos com boas notas.
Por isso, dezembro não deve ser tratado como o fim da preparação. Quem pretende chegar competitivo às últimas fases precisa manter documentação organizada e treinamento físico paralelo aos estudos.
Concursos anteriores da PC AP: histórico e comparativo
Antes do edital atual, a principal referência da Polícia Civil do Amapá era o concurso iniciado em 2017. O histórico completo desse processo permanece disponível na página oficial da seleção anterior na SEAD, que reúne edital de abertura, retificações, resultados e convocações.
Concursos anteriores ao edital atual
O concurso de 2017 foi organizado pela Fundação Carlos Chagas e trabalhava com a estrutura antiga das carreiras. Foram contemplados Delegado, Agente de Polícia e Oficial de Polícia.
A seleção teve uma duração administrativa muito maior do que a fase de provas. Anos depois da abertura, o governo ainda utilizava o certame para convocações e formação. Em março de 2026, por exemplo, um ato publicado no Diário Oficial convocou candidato proveniente daquele concurso para matrícula no Curso de Formação Policial Profissional.
Esse histórico ajuda a entender o valor prático do cadastro de reserva atual. Ele não garante nomeação, mas a experiência recente mostra que a administração utilizou listas do concurso anterior por um período bastante extenso.
O que mudou de um edital para o outro
A primeira mudança é a banca. A FCC deu lugar à Cesgranrio, modificando o estilo das questões e exigindo atualização da bateria de exercícios.
A segunda é mais profunda: Agente de Polícia e Oficial de Polícia deixaram de aparecer como carreiras separadas no novo concurso. A Lei Estadual nº 3.383/2025 adequou a legislação estadual à Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis e passou a utilizar a denominação Oficial Investigador de Polícia.
Essa adequação acompanha a Lei Federal nº 14.735/2023, que instituiu normas gerais para as polícias civis brasileiras e reorganizou a nomenclatura nacional das carreiras.
Também mudou o conteúdo da prova de Oficial Investigador. O novo edital incorporou de forma expressiva Estatística, Contabilidade e Análise Financeira, além de ampliar o peso de Informática. Isso impede simplesmente reaproveitar o plano de estudo de 2017.
Cargos e vagas do concurso PC AP: o que esperar
Cargos e escolaridade exigida
O edital atual concentra a seleção em duas carreiras de nível superior.
Oficial Investigador de Polícia Civil: exige graduação em qualquer área reconhecida pelo MEC e CNH, no mínimo, categoria B.
Delegado de Polícia Civil: exige bacharelado em Direito e pelo menos três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados conforme as condições do edital.
A carreira de Oficial Investigador absorve a nova nomenclatura trazida pela legislação estadual. Por isso, quem encontrar materiais antigos sobre Agente ou Oficial da PC AP deve separar o conteúdo que ainda é válido das atribuições e normas que foram alteradas.
Vagas: histórico e o que esperar
O edital trabalha com cadastro de reserva de até 396 candidatos, dividido entre as duas carreiras. Esse modelo é diferente de uma oferta tradicional de vagas imediatas.
O ponto relevante para a preparação não é tentar estimar quantos serão efetivamente nomeados, porque isso dependerá de decisões posteriores do Estado. O candidato precisa disputar uma classificação suficientemente alta para permanecer dentro das sucessivas barreiras do concurso.
O que mudou em relação ao edital anterior
Além da unificação das antigas denominações na carreira de Oficial Investigador, a nova prova mudou significativamente o perfil de conhecimento exigido.
O concurso anterior permitia uma preparação mais apoiada no padrão tradicional de polícia civil. Agora, especialmente para Oficial Investigador, o candidato encontrará uma combinação incomum de investigação, Direito, tecnologia, raciocínio quantitativo e análise financeira.
Para Delegado, o núcleo continua fortemente jurídico, mas o edital atual distribui a cobrança entre uma quantidade ampla de ramos do Direito e disciplinas complementares da atividade policial.
Salários atualizados do Oficial Investigador e Delegado da PC AP
Remuneração do edital
O edital estabelece subsídio inicial de R$ 7.327,04 para Oficial Investigador de Polícia Civil e R$ 31.439,06 para Delegado de Polícia Civil. Esses são os valores de referência da seleção publicada em setembro de 2026.
Durante o Curso de Formação Policial Profissional, o candidato regularmente matriculado terá direito ao auxílio financeiro previsto no edital, correspondente a 50% do subsídio inicial da respectiva carreira.
Como o salário é composto na prática
As duas carreiras trabalham com sistema remuneratório por subsídio. Diferentemente de estruturas em que vencimento básico e diversas gratificações são somados mensalmente, o subsídio concentra a remuneração ordinária do cargo em parcela própria prevista legalmente.
A carreira possui progressão funcional, de forma que o valor de entrada não representa a remuneração de toda a trajetória profissional. Para comparar o concurso com outras polícias civis, portanto, faz mais sentido analisar tanto o inicial quanto a estrutura de evolução da carreira.
O que estudar para o concurso PC AP
Disciplinas cobradas e peso de cada bloco
Para Oficial Investigador, a prova objetiva terá 80 questões. O edital distribui a cobrança entre:
- Língua Portuguesa: 8 questões;
- Raciocínio Lógico-Matemático: 8;
- Estatística e Análise de Dados: 8;
- Contabilidade e Análise Financeira: 8;
- Informática: 12;
- Direito Penal e Legislação Penal Especial: 8;
- Direito Processual Penal e legislação especial: 8;
- Direito Constitucional: 5;
- Direito Administrativo: 5;
- Direitos Humanos: 4;
- História do Amapá: 2;
- Geografia do Amapá: 2;
- Legislação Institucional: 2.
Depois da objetiva, o candidato fará uma redação.
O primeiro detalhe estratégico salta aos olhos: Informática é a disciplina individual com maior número de questões. Além disso, Estatística, Contabilidade e Raciocínio Lógico somam uma parcela relevante da prova. Quem montar um ciclo quase exclusivamente jurídico deixará muitos pontos disponíveis.
Para Delegado, também serão 80 questões, distribuídas entre:
- Direito Administrativo e legislação complementar: 10;
- Direito Constitucional e legislação complementar: 10;
- Direito Penal e legislação complementar: 17;
- Direito Processual Penal e legislação complementar: 17;
- Direito Civil e Empresarial: 5;
- Direito Tributário: 3;
- Direito Ambiental: 4;
- Medicina Legal: 4;
- Criminologia: 4;
- História do Amapá: 2;
- Geografia do Amapá: 2;
- Legislação Institucional: 2.
Penal e Processo Penal somam 34 das 80 questões e ainda integram o campo da prova dissertativa. É o núcleo que merece maior densidade de revisão e resolução de questões.
O que mais elimina candidatos
Para Oficial Investigador, um dos maiores riscos é estudar como se fosse uma prova policial convencional. O peso conjunto de Informática e das matérias quantitativas torna perigoso deixar esses assuntos para o fim.
Outro fator é a cláusula de barreira. Atingir apenas o percentual mínimo exigido não assegura a correção da prova escrita se o candidato ficar fora do limite classificatório previsto no edital.
Para Delegado, a dificuldade aumenta porque uma boa objetiva não encerra a parte intelectual. A escrita jurídica e, posteriormente, a prova oral exigem capacidade de formular respostas completas, fundamentar posições e organizar raciocínio sob pressão.
O TAF também não deve ser tratado como etapa distante. O teste inclui exercícios definidos no edital e tem caráter eliminatório. Preparação física iniciada apenas depois do resultado da objetiva aumenta desnecessariamente o risco.
Diferenças em relação a concursos semelhantes
A estrutura de Oficial Investigador é um dos aspectos mais particulares deste edital. Estatística, análise de dados, Contabilidade e análise financeira ocupam espaço maior do que normalmente aparece em concursos policiais estaduais.
Para Delegado, o destaque é a forte concentração em Penal e Processo Penal, mas sem transformar a prova em uma avaliação exclusivamente criminal. Constitucional, Administrativo, Civil, Empresarial, Tributário, Ambiental, Medicina Legal e Criminologia continuam capazes de alterar bastante a classificação.
Como começar hoje
- Baixe o edital na página da Cesgranrio e marque todos os tópicos que ainda não estudou, separando-os entre prioridade alta, média e baixa.
- Para Oficial Investigador, reserve uma parte fixa da semana para Informática. Com 12 questões previstas, deixar a matéria para revisões esporádicas é uma estratégia arriscada.
- Agrupe Raciocínio Lógico, Estatística e Contabilidade em um segundo eixo de preparação e faça exercícios desde o primeiro contato com cada assunto.
- Para Delegado, coloque Penal e Processo Penal no centro do ciclo e inclua treino escrito, já que essas matérias também têm peso importante na avaliação dissertativa.
- Resolva prioritariamente questões recentes da Cesgranrio. Use provas antigas da FCC apenas quando precisar revisar conteúdo específico da PC AP ou comparar a seleção de 2017.
- Inclua História, Geografia e legislação do Amapá em revisões curtas e recorrentes. São poucas questões, mas abandonar completamente esse conteúdo significa entregar pontos relativamente acessíveis.
- Comece o treinamento para o TAF enquanto estuda para a prova intelectual. Corrida, barra e abdominal exigem adaptação física progressiva.
- Faça simulados de 80 questões antes de dezembro, reproduzindo limite de tempo e alternância entre disciplinas para treinar também estratégia de prova.
Conclusão
O concurso PC AP 2026 saiu da fase de expectativa e agora possui regras, banca e calendário definidos. A mudança para Oficial Investigador e o novo perfil das provas exigem uma preparação diferente daquela usada no concurso anterior. Acompanhe esta página durante o andamento da seleção, pois novos editais, convocações e resultados serão incorporados conforme forem publicados.
Próximo passo na preparação
Escolher uma boa plataforma de estudos pode fazer diferença na organização da sua preparação. Por isso, reunimos uma análise dos principais cursos para concursos, comparando estrutura, materiais, recursos e pontos que merecem atenção antes de assinar.
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