- Atualizado em 18 de Setembro de 2026: Edital publicado!
- Atualizado em 18 de Junho de 2026: Banca organizadora definida!
O concurso DPE PB 2026 entrou oficialmente em fase de edital. A Defensoria Pública do Estado da Paraíba publicou, em 18 de setembro, o primeiro concurso de sua história destinado ao quadro efetivo de servidores, com oportunidades de níveis médio e superior. A publicação oficial da DPE-PB confirma a Fundação Carlos Chagas como organizadora.
O diferencial em relação aos concursos anteriores da instituição é justamente esse: as vagas não são para defensor público, mas para Técnico e Analista, incluindo áreas administrativas, jurídicas, sociais e de tecnologia. Como não existe concurso anterior de servidores para comparação, a concorrência ainda é uma incógnita. Na carreira de defensor, porém, o certame de 2014 chegou a registrar 3.544 candidatos para 20 vagas, mostrando o histórico de interesse pelas seleções da instituição.
- Concurso DPE PB
- Último concurso: sem edital anterior para servidores efetivos
- Situação atual: edital publicado
- Previsão oficial: inscrições a partir de setembro de 2026 e provas em fevereiro de 2027
- Base da informação: Edital nº 01/2026, publicado no Diário Oficial Eletrônico da DPE-PB em 18 de setembro de 2026
- Leitura sem boato: o edital já define cargos, remuneração, inscrições, estrutura das provas, conteúdo programático e cronograma; a partir de agora, a preparação pode ser feita diretamente sobre as regras oficiais.
Situação atual do concurso DPE PB em 2026
A mudança é definitiva: o concurso DPE PB deixou a fase de preparação e está oficialmente aberto. O Conselho Superior da Defensoria Pública publicou o Edital nº 01/2026 em 18 de setembro, regulamentando o I Concurso Público para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva do quadro de servidores da instituição. O edital completo publicado no Diário Oficial Eletrônico confirma que a responsabilidade pela execução será da Fundação Carlos Chagas.
São 20 vagas imediatas, sendo nove para Técnico da Defensoria e 11 para Analista, além da possibilidade de aproveitamento de candidatos do cadastro de reserva durante a validade do concurso. O cargo de Técnico exige ensino médio completo. Para Analista, há especialidades que exigem formações específicas e uma opção sem especialidade aberta a graduados em qualquer área.
As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet entre 10h de 28 de setembro e 23h59 de 13 de novembro de 2026. A taxa é de R$ 103 para Técnico e R$ 123 para Analista, e o pagamento poderá ser realizado até 16 de novembro. O próprio edital orienta o candidato a utilizar o portal de concursos da Fundação Carlos Chagas para inscrição e acompanhamento dos atos da seleção.
As provas estão previstas para 28 de fevereiro de 2027, em João Pessoa. Técnico fará a avaliação pela manhã e os candidatos aos cargos de nível superior, à tarde. Isso permite, inclusive, que uma pessoa que cumpra os requisitos dos dois cargos participe de ambas as seleções, desde que faça as inscrições correspondentes.
A objetiva terá 60 questões para todos os cargos: 20 de Conhecimentos Gerais e 40 de Conhecimentos Específicos. Existe uma diferença importante de peso. Conhecimentos Gerais vale peso 1, enquanto Conhecimentos Específicos recebe peso 2. A nota mínima de habilitação na objetiva é 6,00.
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Para Técnico, a duração prevista é de três horas. Para Analista, serão quatro horas, pois, além das 60 questões, haverá uma prova discursiva de redação. Essa redação será dissertativo-argumentativa e poderá abordar assunto de interesse geral, sem obrigação de estar diretamente ligado ao conteúdo específico da especialidade.
Em que etapa está o concurso agora?
O edital acabou de ser publicado e o primeiro grande prazo para o candidato é a abertura das inscrições em 28 de setembro. Antes disso, o cronograma prevê os dias 21 e 22 de setembro para impugnações ao edital e 28 e 29 de setembro para os pedidos de isenção da taxa.
Depois do encerramento das inscrições e pagamento, a FCC deverá divulgar em dezembro o edital de convocação e o cartão informativo das provas.
Aqui está o ponto que mais importa: não se trata mais de estudar com base em uma expectativa de edital. Conteúdo, número de questões, pesos, banca e data prevista de prova já estão definidos.
Banca definida: o que isso muda para o candidato
A FCC já havia sido contratada meses antes, mas a publicação do edital transforma o perfil da preparação. Agora é possível cruzar o conteúdo oficial com questões anteriores da banca e concentrar a maior parte dos exercícios exatamente nos assuntos exigidos.
A objetiva seguirá o formato tradicional de múltipla escolha da FCC, com cinco alternativas por questão. Como Conhecimentos Específicos tem o dobro do peso de Conhecimentos Gerais, estudar todas as matérias de maneira uniforme seria uma estratégia pouco eficiente.
Para Analista há outro cuidado. A redação não é um simples complemento da prova objetiva. Ela participa da nota final dos candidatos habilitados e exige texto dissertativo-argumentativo, com avaliação de tema, interpretação crítica, progressão textual, vocabulário, coesão, estrutura sintática e correção gramatical.
O que isso significa na prática para o candidato
Quem estava esperando o edital para começar perdeu parte da vantagem do período antecipado, mas ainda existe tempo útil até fevereiro. O melhor movimento agora é abandonar ciclos de estudo genéricos e montar o planejamento diretamente a partir do Anexo II.
Para Técnico, Conhecimentos Específicos precisa ocupar a maior parte do tempo porque reúne 40 questões com peso 2. Para Analista, a lógica é semelhante, acrescentando uma rotina de redação desde as primeiras semanas. Deixar a discursiva para o fim é especialmente arriscado porque ela exige uma habilidade construída com prática, e não apenas leitura de teoria.
Vale a pena estudar agora?
Sim. Com edital publicado e vários meses entre a abertura do concurso e a aplicação prevista das provas, existe uma janela concreta para preparação direcionada.
O concurso também é especialmente interessante para quem já vinha estudando para tribunais, defensorias, ministérios públicos ou carreiras administrativas. Parte do conteúdo de Língua Portuguesa, Direito Constitucional, Direito Administrativo, administração pública e legislação pode ser reaproveitada, embora o edital tenha tópicos próprios que precisam entrar no ciclo.
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Nível de dificuldade da prova
Para Técnico, a dificuldade tende a ficar entre intermediária e alta para quem começa do zero. Não porque sejam poucas questões, mas porque o conteúdo específico é amplo e vale mais na nota.
A prova reúne 60 questões em apenas três horas. Isso significa uma média máxima de três minutos por questão sem descontar marcação do cartão-resposta, releituras e questões mais trabalhosas.
Para Analista, o nível sobe pela combinação de conteúdo técnico da especialidade, objetiva de 60 questões e redação no mesmo período de quatro horas. Não basta dominar a teoria. É preciso administrar tempo e manter qualidade de escrita depois de resolver uma prova objetiva extensa.
Perfil da banca
A FCC costuma exigir leitura cuidadosa. Em Português, interpretação, estrutura da frase, relações sintáticas, concordância, regência e pontuação merecem atenção especial. Nas matérias jurídicas e institucionais, é importante combinar conhecimento normativo com interpretação da situação apresentada.
Neste concurso, porém, o edital oferece uma informação mais valiosa do que qualquer generalização sobre a banca: Conhecimentos Específicos valem peso 2. Uma questão desse bloco tem impacto maior sobre a média final do que uma questão do bloco geral.
Resolver questões anteriores da FCC continua sendo essencial, mas o treinamento deve ser filtrado pelas disciplinas efetivamente cobradas no cargo escolhido.
Tempo médio de preparação
Considerando a publicação do edital em setembro e a prova prevista para o fim de fevereiro, um candidato que começa agora dispõe de aproximadamente cinco meses para construir e revisar o conteúdo.
Para Técnico, esse período é suficiente para uma preparação competitiva se houver regularidade, resolução constante de questões e prioridade correta para o bloco específico.
Para Analista, cinco meses exigem um planejamento mais intenso, principalmente nas especialidades técnicas. Quem já domina a formação profissional correspondente parte em vantagem, mas ainda precisa adaptar esse conhecimento ao estilo de cobrança de concurso e treinar redação.
Para quem esse concurso é ideal
Técnico é uma alternativa relevante para quem possui ensino médio e busca uma carreira efetiva ligada à estrutura da Defensoria Pública, com atividades administrativas, atendimento ao público e suporte institucional.
Analista abre um leque mais amplo. Existem oportunidades para Direito, Administração, Contabilidade, Economia, Tecnologia da Informação, Psicologia e Serviço Social, além da especialidade que aceita graduação em qualquer área.
Cronograma oficial do concurso DPE PB
Datas e etapas do concurso
O cronograma publicado com o edital já permite organizar todo o período de preparação. As inscrições começam em 28 de setembro de 2026 e terminam em 13 de novembro. O pagamento da taxa poderá ser efetuado até 16 de novembro.
A convocação para as provas está prevista para 11 de dezembro. As avaliações objetivas e discursivas serão aplicadas em 28 de fevereiro de 2027, em João Pessoa, Técnico pela manhã e Analista à tarde.
O gabarito e as questões da objetiva têm divulgação prevista para 1º de março. O resultado das provas objetivas e discursivas deverá sair em 28 de abril, enquanto o resultado definitivo dessas etapas está previsto para 9 de junho.
Depois virão os procedimentos de avaliação biopsicossocial e heteroidentificação para os candidatos que se enquadrarem nas respectivas modalidades. O resultado final aparece no cronograma para 18 de agosto de 2027. As datas são previstas e podem sofrer alteração pela organização.
O que vem depois das provas
A primeira preocupação será atingir a nota mínima exigida na objetiva. Para os cargos de Analista existe ainda um corte para correção das redações, baseado na classificação obtida nas provas objetivas.
Depois dos resultados preliminares, o edital prevê períodos próprios para recursos. Somente após o processamento dessas etapas, avaliações destinadas às vagas reservadas e divulgação do resultado final será possível avançar para a fase administrativa de homologação e futuras nomeações.
Como o concurso também forma cadastro de reserva, a classificação continuará relevante durante todo o prazo de validade do certame, e não apenas para as vagas de provimento imediato.
Concursos anteriores da DPE PB: histórico e comparativo
Antes do edital atual, a instituição não tinha realizado concurso para Técnico e Analista. O histórico disponível é formado pelos concursos destinados à carreira de defensor público, portanto eles servem para entender a evolução institucional da DPE-PB, mas não para projetar diretamente a concorrência ou a nota de corte dos servidores.
Concursos anteriores ao edital atual
O primeiro concurso para defensor público começou em 2014. Foram oferecidas 20 vagas e a Fundação Carlos Chagas também atuou como organizadora.
O segundo concurso foi aberto em 2022. A DPE-PB publicou naquele ano um novo edital com 20 vagas para defensor, mantendo a FCC na organização. A seleção envolveu prova objetiva, provas escritas específicas e prova oral.
O processo terminou com 94 candidatos aprovados. A própria instituição informou que o concurso teve 6.463 inscritos, dos quais 4.259 participaram da primeira fase e 276 avançaram para a segunda.
O que mudou de um edital para o outro
A diferença em 2026 é estrutural. Os concursos anteriores selecionavam exclusivamente defensores públicos, uma carreira jurídica que exige formação em Direito e passa por etapas próprias desse tipo de seleção.
O edital atual inaugura o quadro efetivo de apoio técnico e administrativo. Isso reduz a complexidade de fases em comparação com a carreira de defensor e, ao mesmo tempo, amplia muito o perfil de candidatos que podem participar.
Também não há prova oral. Técnico enfrenta apenas a objetiva. Analista faz objetiva e redação. O conteúdo específico varia conforme a especialidade escolhida.
Cargos e vagas do concurso DPE PB: o que esperar
Cargos e escolaridade exigida
Para Técnico da Defensoria, sem especialidade, são nove vagas imediatas. O requisito é certificado de conclusão do ensino médio ou curso profissionalizante com habilitação regular equivalente ao ensino médio.
No nível superior, a distribuição das 11 vagas para Analista é:
- Assistente Jurídico: 4 vagas, graduação em Direito.
- Auditor Interno: 1 vaga, graduação em Contabilidade, Direito, Economia ou Administração.
- Desenvolvimento de Sistemas: 1 vaga, curso superior em Tecnologia da Informação.
- Psicólogo: 1 vaga, graduação em Psicologia e registro profissional.
- Assistente Social: 1 vaga, graduação em Serviço Social e registro profissional.
- Suporte e Infraestrutura de Redes: 1 vaga, curso superior em Tecnologia da Informação.
- Segurança da Informação: 1 vaga, curso superior em Tecnologia da Informação.
- Analista sem especialidade: 1 vaga, graduação completa em qualquer área reconhecida pelo MEC.
Vagas: histórico e o que esperar
Não existe um edital anterior de Técnico e Analista que permita comparar a evolução das vagas. Esse é justamente o primeiro concurso do quadro efetivo de servidores.
Por isso, o cadastro de reserva ganha importância. O edital permite aproveitamento de candidatos classificados durante sua validade, respeitando disponibilidade, necessidade administrativa, ordem de classificação e demais regras legais.
A validade será de dois anos contados da homologação do resultado final, com possibilidade de prorrogação uma vez por igual período.
O que mudou em relação aos editais anteriores
A abertura para nível médio e diferentes formações superiores é a transformação mais importante. Pela primeira vez, profissionais que não pertencem à carreira de defensor poderão ingressar em cargos efetivos próprios da estrutura administrativa da DPE-PB por meio de concurso específico.
Na prática, a instituição passa a constituir carreira própria de servidores para apoiar suas atividades jurídicas, administrativas, sociais e tecnológicas.
Salários atualizados do Técnico e Analista da DPE PB
Remuneração do edital
O edital trouxe valores superiores aos que apareciam nas fases iniciais de preparação do concurso. Para Técnico da Defensoria, o vencimento inicial é de R$ 4.042,50. Para Analista da Defensoria, independentemente da especialidade, o vencimento inicial é de R$ 5.197,50.
Os valores já refletem a atualização implementada em 2026. A Lei nº 14.259, de 12 de fevereiro de 2026 reajustou as tabelas do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, com efeitos a partir de janeiro.
O edital deixa claro que esses valores não prejudicam o recebimento das vantagens pecuniárias previstas em lei, desde que o servidor preencha os requisitos correspondentes.
Como o salário é composto na prática
A carreira possui progressão por classes e padrões. Na tabela de vencimentos divulgada pela própria DPE-PB, Analista começa no padrão A1 e pode avançar pela estrutura remuneratória da carreira; o mesmo ocorre com Técnico.
Para o candidato, a referência correta de ingresso deve ser o vencimento inicial indicado no edital. Benefícios e outras vantagens dependem das condições previstas na legislação e da situação funcional de cada servidor, portanto não devem ser simplesmente somados ao vencimento como se fossem parcela fixa garantida a todos.
O que estudar para o concurso DPE PB
Disciplinas cobradas e peso de cada bloco
Todos os cargos terão 20 questões de Conhecimentos Gerais, peso 1, e 40 questões de Conhecimentos Específicos, peso 2. É uma divisão que muda bastante a prioridade do estudo.
O bloco comum inclui Língua Portuguesa, Legislação da Defensoria e Conhecimentos Jurídicos e Institucionais.
Em Legislação da Defensoria aparecem, entre outros pontos, dispositivos da Constituição Federal, Lei Complementar Federal nº 80/1994, Emendas Constitucionais nº 45/2004 e nº 80/2014, Constituição da Paraíba, Lei Complementar Estadual nº 205/2024 e Lei Complementar Estadual nº 58/2003.
Para Técnico, o conteúdo específico inclui temas como Administração Pública aplicada às Defensorias, Direito do Consumidor, Direito Constitucional, Direito Administrativo e outros assuntos detalhados no Anexo II.
Para Analista, o bloco específico muda conforme a área. O candidato de Assistência Jurídica enfrentará uma carga jurídica muito diferente daquela exigida nas vagas de Tecnologia da Informação, Psicologia, Serviço Social ou Auditoria.
A leitura do conteúdo programático integral é indispensável porque são os 40 itens específicos que recebem peso 2 na nota.
Para os cargos de Analista existe ainda a redação. O texto será dissertativo-argumentativo e a proposta poderá abordar tema de interesse geral, o que torna insuficiente treinar somente assuntos relacionados à especialidade profissional.
O que mais elimina candidatos
A primeira armadilha está na distribuição de tempo. Conhecimentos Gerais representam um terço das questões, mas os Específicos possuem peso dobrado. Um candidato que concentre esforço demais no bloco geral pode chegar à prova com uma preparação numericamente desequilibrada.
Outra barreira objetiva é a nota mínima 6,00 na média ponderada das provas objetivas.
Para Analista existe um terceiro filtro: não basta atingir a nota mínima. Somente as redações dos candidatos habilitados e mais bem classificados dentro dos limites definidos no edital serão corrigidas. Isso transforma a objetiva em uma disputa por posição, e não apenas por aprovação mínima.
Na redação, fuga ao tema ou ao tipo textual solicitado pode levar à nota zero. Portanto, produzir textos completos dentro do tempo real de prova deve fazer parte do treinamento desde cedo.
Diferenças em relação a concursos semelhantes
O conteúdo institucional merece mais atenção do que em um concurso administrativo genérico. A prova cobra organização, princípios, legislação e atuação da Defensoria Pública, além de temas diretamente relacionados ao atendimento da população e às funções essenciais à Justiça.
Isso favorece quem usa concursos de tribunais e outros órgãos apenas como base, mas depois direciona o estudo para a legislação e para o conteúdo específico da DPE-PB. Reaproveitar toda a preparação de outro edital sem fazer essa adaptação deixaria lacunas importantes.
Como começar hoje
- Baixe o edital e transforme o Anexo II em um checklist, separando Conhecimentos Gerais dos conteúdos específicos do seu cargo.
- Reserve a maior parcela do ciclo para Conhecimentos Específicos, já que são 40 questões com peso 2.
- Comece imediatamente uma bateria de questões da FCC em Língua Portuguesa, Direito Constitucional, Direito Administrativo e nas matérias específicas que coincidam com o edital.
- Para Técnico, faça simulados de 60 questões em três horas. O objetivo é treinar conteúdo e velocidade nas mesmas condições gerais de duração da prova.
- Para Analista, faça simulações com quatro horas para objetiva e redação. Treinar cada parte isoladamente não reproduz o desgaste que ocorrerá no dia do concurso.
- Inclua a legislação institucional da Defensoria desde o início. Ela aparece no bloco comum e não deve ficar concentrada nas últimas semanas.
- Se disputar Analista, produza pelo menos uma redação semanal no início da preparação e aumente a frequência na reta final, utilizando temas de interesse geral e estrutura dissertativo-argumentativa.
- Organize o cronograma de revisão para chegar a fevereiro com pelo menos uma passagem completa pelo edital e tempo reservado para questões, revisão de erros e simulados completos.
Conclusão
O concurso DPE PB finalmente chegou à fase que o candidato esperava: existe edital, conteúdo definido, cronograma e prova marcada. A seleção também inaugura uma nova carreira efetiva dentro da instituição, o que torna este ciclo especialmente relevante. Acompanhe esta página, pois ela será atualizada conforme a FCC divulgar convocações, resultados e eventuais alterações no cronograma.
Próximo passo na preparação
Escolher uma boa plataforma de estudos pode fazer diferença na organização da sua preparação. Por isso, reunimos uma análise dos principais cursos para concursos, comparando estrutura, materiais, recursos e pontos que merecem atenção antes de assinar.
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